quarta-feira, 6 de julho de 2011

Talismã na estrada vai à Canguaretama-RN

O projeto da 99.3, "Talismã na estrada" que, vem sendo aplicado em vários municípios da Paraíba e do Rio Grande do Norte, chegou no final da manhã desta quarta-feira (06) ao município de Canguaretama, no litoral do Rio Grande do Norte.



 O objetivo do projeto é ouvir os reclames da população e fazer valer suas reivindicações.

Na cidade podemos contatar vários problemas, entre estes, falta de assistência à moradia; Ruas esburacadas e outras com a necessidade urgente de serem calçadas; falta de médicos em PSFs e outros problemas.

Na travessa Catú, no bairro da estação, uma rua está intrasitável. Moradores não têm a mínima condição de trafegarem pelo local. O problema é antigo e ninguém parece ter o interesse em solucionar o problema.

No bosques das palmeiras, o problema é o mesmo. A senhora Francisca, moradora do local, já fez um abaixo assinado com cerca de 100 assinaturas pedindo o calçamento de algumas Ruas. Nenhuma resposta foi dada a não ser a de que o problema teria que ser resolvido pelo proprietário do loteamento.

No conjunto Nossa Senhora da Conceição, a carência está estampada em cada rosto. O sofrimento é notório nas rugas e mãos calejadas daqueles que ali vivem. A reivindicação é uma só. Moradia de qualidade.

Ainda no Conj. Nossa Senhora da Conceição, fomos constatar a existência de uma obra inacabada. A obra seria uma Unidade Escolar de Educação Infantil no valor de R$  940.522,93 (Novecentos e quarenta mil, quinhentos e vinte e dois reais e noventa e três centavos) que seria construída com ajuda de recursos federais. Na placa encontrada, presente no local, percebemos que o início foi no ano de 2005. Não se sabe o que causou a paralisação da obra. Moradores denunciam que o espaço está sendo usado para uso de entorpecentes e de prostituição.




Na Vila Gomes a problemática é a água que se acumula causando prejuízo e transtorno aos moradores. O problema também é antigo e inclusive, o ex-prefeito, Edmilson Faustino, residiu no local, mas, nada foi feito. A população continua sofrendo com o problema.

No sítio Jiqui, há menos de dois quilômetros da cidade, a problemática é a mais séria. Não há médicos no posto do PSF há quase um mês. Moradores estão desassistidos e de acordo com ouras informações, outros postos também passam pelo mesmo problema.

Antes de chegarmos ao sítio Jiqui foi preciso passar por uma estrada de barro de difícil acesso. Nossa equipe teve dificuldades para passar no local devido os vários e enormes buracos.


Nossa ida também teve o objetivo de ouvir os que respondem pelas secretárias, as quais aqui foram citadas, porém, não tivemos sucesso nas nossas investidas. Por telefone, ficamos acertados de em outro momento, conversarmos com os secretários.

Missão cumprida. Fizemos o nosso trabalho e vamos agora esperar uma resposta positiva por parte dos setores competentes. O espaço é assegurado para so esclarecimentos.

Obs.: Os agradecimentos ao comandante Horácio, que comandou com muita experiência o verdinho da informação. 


Comandante Horácio

Por Júnior Campos
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